Roubada daqui
Mãos que passeiam e incendeiam recantos...
e, nos cantos mais recônditos, erguem-se os poros lânguidos,
sequiosos, aflitos...
cuja vontade de ti,
se volve frenética e, na tua gula se lambuza...
no meu desejo se funde e explode,
se consome e grita de fome...
no instante em se sacia!
